
O RITO INICIAL:
Como vimos, o rito inicial é um conjunto, tem por finalidade introduzir-nos a liturgia da palavra.
O rito inicial contém em seu principio o sinal trinitário, que é algo muito profundo, em verdade é uma grande proclamação de fé. Nós cristãos com este sinal dizemos que cremos num Deus, uno e trino, que é Pai, Filho e Espírito Santo.
O presidente em seguida faz uma declaração, ele diz que nos reunimos na graça do Filho, no amor do Pai, e na união do Espírito Santo, que nos foi enviado, pelo Pai e pelo Filho, como prometido aos discípulos, após a ressurreição.
Em seguida o sacerdote convida a assembléia ao ato penitencial, neste momento pedimos perdão a Deus, que é amor e misericórdia. O missal apresenta-nos várias fórmulas para a realização deste rito, pode ser a confissão pública, confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós.... Pode ser através do Kyrie eléison, da tradição grega, que nos foi traduzido por Senhor, tende piedade de nós, ou de vários modos, mas sempre com o mesmo sentido, a assembléia que reconhece ser pecadora, e que se coloca diante do amor e da misericórdia de Deus.
No fim do ato penitencial, o sacerdote pede ao Pai: “Deus todo poderoso e rico em misericórdia tenha compaixão de vós perdoe os vossos pecados e vos conduza a vida eterna”.
A seguir é feito o Glória, um hino de louvor da humanidade a Deus, não é um canto trinitário, como muitos pensam, ou dizem é um louvor ao Filho, é uma leitura da ação trinitária, mas sempre em relação ao Filho .
Na primeira parte entoamos o hino dos anjos aos pastores no nascimento de Jesus: “glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados”. Na segunda parte, porém, cantamos a grandeza de Deus, assim, nesta fórmula faz-se uma leitura do mistério da redenção. O canto encerra-se com um louvor trinitário, “com o Espírito Santo, na gloria de Deus Pai. Amém.”
Esta introdução termina com a oração chamada coleta, onde o sacerdote eleva a Deus as intenções de toda a comunidade.
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